
Better later than never
Hannette Staack used to work on a phone operator, did sport climbing and studied Educação Física (sabe como se diz em ingles?), but her life changed when she was 18. On an age that many athletes are already close to the black belt, Hannette dressed the kimono for the first time and showed that age doesn’t matters when you have talent. Two years later, with purple belt , she hitted a lot of black belts and won her first world title. Didn’t stop more. Now, the world’s hepta champion won three more trophies on Abu Dhabi Combat Club and promises to raise the titles gallery this year.
HOW WAS THE BEGINNING?
I use to do sport climbing and a friend invited me to fight. He did Jiu-Jitsu and Said that I had a good catch. I liked very much, stayed training for a week, taking experimental classes and I’m until today…
YOU STARTED LATE, WHEN YOU WERE 18...
That’s true, I started a little late. I’ve heard it a lot when I started, people saying “ah, but you’re starting now, it has to start when you’re little to be good”. But that was a challenge to me, I said “now I have to be the best on it someday” (laugh)…
HOW WERE YOUR FIRST COMPETITIONS OF BLACK BELT? DID YOU FEEL A LOT OF DIFFERENCE?
It’s hard to say, because nowadays there’s a difference. People fight only with brown and black together, but when I started to fight, I already compete on purple belt with another black belt. It was everything together, after 2004 they changed it. Girls reunited and everyone thought it was better like this. Was a huge step on the feminine, this split, but didn’t make much difference to me because I was already competing with the black belts…
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Bate-Papo
Guilherme Cruz
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Guilherme Cruz

Antes tarde do que nunca
Hannette Staack trabalhava numa operadora de telefonia, fazia escalada esportiva e estudava Educação Física, mas sua vida mudou aos 18 anos. Numa idade em que muitos atletas já estão perto da faixa-preta, Hannette vestiu o quimono pela primeira vez e mostrou que a idade é um detalhe quase insignificante quando se tem talento de sobra. Dois anos mais tarde, de faixa roxa na cintura, a carioca bateu várias faixas-pretas e conquistou seu primeiro título mundial. Não parou mais. Hoje, a heptacampeã mundial já conquistou mais três troféus no Abu Dhabi Combat Club e promete aumentar a galeria de títulos este ano.
COMO FOI O COMEÇO?
Eu fazia escalada esportiva e um amigo me convidou para lutar. Ele fazia Jiu-Jitsu e falou que eu tinha uma boa pegada. Eu gostei muito, fiquei uma semana treinando, fazendo aula experimental e estou até hoje...
VOCÊ COMEÇOU TARDE, COM 18 ANOS...
É verdade, comecei um pouco tarde. Eu escutei muito isso quando eu comecei, gente falando “ah, mas você está começando agora, isso tem que começar desde pequena para você ser boa”. Mas esta frase que eu escutei foi um desafio, eu falei “agora eu tenho que ser a melhor nisso um dia” (risos)...
COMO FORAM SUAS PRIMEIRAS COMPETIÇÕES DE FAIXA-PRETA? VOCÊ SENTIU MUITA DIFERENÇA?
É difícil falar, porque hoje em dia tem uma diferença. As pessoas lutam só a marrom e preta juntas, mas quando eu comecei a lutar, eu já competia de faixa roxa com outra faixa-preta. Era tudo junto, depois de 2004 que eles fizeram essa mudança. As meninas se reuniram e todo mundo achou melhor que fosse assim. Foi um grande passo no feminino, essa separação, mas não fez tanta diferença para mim porque eu já estava competindo junto com as faixas-pretas...
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